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      <note>
        <p>Ao ser desmembrado de Goiás, o Tocantins recebeu como herança um território de 286.966 km2, aproximadamente 1.100.000 habitantes, 80 municípios e 20 Comarcas. Apenas cinco juízes optaram por atuar na recém-criada Unidade da Federação. Eles se concentravam em um raio de aproximadamente 150 quilômetros de Miracema, a Capital provisória.<lb/><lb/>No dia da instalação do Estado (1º de janeiro de 1989) ampliou-se o número de comarcas, desenhando-se o seguinte quadro: foram criadas nove de Primeira Entrância, elevadas duas à Segunda e uma à Terceira, totalizando 29 Comarcas (17 de Primeira Entrância, 8 de Segunda Entrância e 4 de Terceira Entrância). Posteriormente, no mês de agosto de 1989, foram criadas mais três comarcas, totalizando 32, número que subiu para 42.<lb/><lb/><lb/>A Constituição Federal estabelecia, no seu art. 235, que o Tribunal de Justiça seria integrado por sete desembargadores, sendo cinco dentre magistrados, com mais de trinta e cinco anos de idade, em exercício no novo Estado ou em Goiás, e dois dentre promotores de Justiça e advogados.<lb/><lb/><lb/>Instalado no dia seis de janeiro de 1989, o Tribunal de Justiça, como era de se esperar em uma capital improvisada, não dispunha de imóvel próprio e adequado. Teve, então, que se instalar no Fórum de Miracema, que se mudou para os fundos de uma casa residencial.<lb/><lb/>Composto o Tribunal de Justiça, a Corte ficou assim distribuída:<lb/><lb/>Presidente, Desembargador Osmar José da Silva;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador José Liberato Costa Póvoa;<lb/><lb/><lb/>Corregedor-Geral de Justiça, Desembargador Antônio Félix Gonçalves;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Cível, Desembargador João Alves da Costa;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Criminal, Desembargador Amado Cilton Rosa;<lb/><lb/><lb/>Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador José Maria das Neves;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador Carlos Luiz de Souza.<lb/><lb/><lb/>Quando Palmas se tornou a Capital definitiva do Estado, em 1º de janeiro de 1990, a primeira sede do Tribunal de Justiça ocupou um barracão de compensado de madeira. Depois, ele passou a dividir um prédio, na Esplanada das Secretarias, com o Tribunal de Contas e o Ministério Público.<lb/><lb/>Em 1º de fevereiro de 1995, foi inaugurada e instalada a sede definitiva do Tribunal de Justiça, que recebeu o nome de Palácio Rio Tocantins, sob a presidência do desembargador José Maria das Neves, sendo Vice-Presidente o desembargador Antônio Félix Gonçalves, e Corregedor-Geral de Justiça, desembargador João Alves da Costa.<lb/><lb/>Hoje, a Corte é composta por 12 desembargadores, sendo nove da Magistratura, dois do Ministério Público e um da Advocacia.<lb/><lb/>Veja a composição atual do Tribunal de Justiça do Tocantins (biênio 2023-2025):<lb/><lb/>Desa. Etelvina Maria Sampaio - Presidente<lb/>Desa. Ângela M. Ribeiro Prudente - Vice-Presidente<lb/>Desa. Maysa Vendramini Rosal  - Corregedora-geral da Justiça<lb/>Desa. Jacqueline Adorno - Vice-Corregedora-geral da Justiça<lb/>Des. Marco Villas Boas - Diretor geral da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Desa. Ângela Issa Haonat - Diretora Adjunta da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Des. Helvécio de Brito Maia Neto - Ouvidor Judiciário<lb/>Des. Adolfo Amaro Mendes -  Ouvidor Judiciário substituto<lb/>Des. João Rigo Guimarães<lb/>Des. Pedro Nelson Coutinho<lb/>Des. Eurípedes do Carmo Lamounier<lb/>Des. Ronaldo Eurípedes</p>
      </note>
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      <p>Publicado</p>
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            <p>Ao ser desmembrado de Goiás, o Tocantins recebeu como herança um território de 286.966 km2, aproximadamente 1.100.000 habitantes, 80 municípios e 20 Comarcas. Apenas cinco juízes optaram por atuar na recém-criada Unidade da Federação. Eles se concentravam em um raio de aproximadamente 150 quilômetros de Miracema, a Capital provisória.<lb/><lb/>No dia da instalação do Estado (1º de janeiro de 1989) ampliou-se o número de comarcas, desenhando-se o seguinte quadro: foram criadas nove de Primeira Entrância, elevadas duas à Segunda e uma à Terceira, totalizando 29 Comarcas (17 de Primeira Entrância, 8 de Segunda Entrância e 4 de Terceira Entrância). Posteriormente, no mês de agosto de 1989, foram criadas mais três comarcas, totalizando 32, número que subiu para 42.<lb/><lb/><lb/>A Constituição Federal estabelecia, no seu art. 235, que o Tribunal de Justiça seria integrado por sete desembargadores, sendo cinco dentre magistrados, com mais de trinta e cinco anos de idade, em exercício no novo Estado ou em Goiás, e dois dentre promotores de Justiça e advogados.<lb/><lb/><lb/>Instalado no dia seis de janeiro de 1989, o Tribunal de Justiça, como era de se esperar em uma capital improvisada, não dispunha de imóvel próprio e adequado. Teve, então, que se instalar no Fórum de Miracema, que se mudou para os fundos de uma casa residencial.<lb/><lb/>Composto o Tribunal de Justiça, a Corte ficou assim distribuída:<lb/><lb/>Presidente, Desembargador Osmar José da Silva;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador José Liberato Costa Póvoa;<lb/><lb/><lb/>Corregedor-Geral de Justiça, Desembargador Antônio Félix Gonçalves;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Cível, Desembargador João Alves da Costa;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Criminal, Desembargador Amado Cilton Rosa;<lb/><lb/><lb/>Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador José Maria das Neves;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador Carlos Luiz de Souza.<lb/><lb/><lb/>Quando Palmas se tornou a Capital definitiva do Estado, em 1º de janeiro de 1990, a primeira sede do Tribunal de Justiça ocupou um barracão de compensado de madeira. Depois, ele passou a dividir um prédio, na Esplanada das Secretarias, com o Tribunal de Contas e o Ministério Público.<lb/><lb/>Em 1º de fevereiro de 1995, foi inaugurada e instalada a sede definitiva do Tribunal de Justiça, que recebeu o nome de Palácio Rio Tocantins, sob a presidência do desembargador José Maria das Neves, sendo Vice-Presidente o desembargador Antônio Félix Gonçalves, e Corregedor-Geral de Justiça, desembargador João Alves da Costa.<lb/><lb/>Hoje, a Corte é composta por 12 desembargadores, sendo nove da Magistratura, dois do Ministério Público e um da Advocacia.<lb/><lb/>Veja a composição atual do Tribunal de Justiça do Tocantins (biênio 2023-2025):<lb/><lb/>Desa. Etelvina Maria Sampaio - Presidente<lb/>Desa. Ângela M. Ribeiro Prudente - Vice-Presidente<lb/>Desa. Maysa Vendramini Rosal  - Corregedora-geral da Justiça<lb/>Desa. Jacqueline Adorno - Vice-Corregedora-geral da Justiça<lb/>Des. Marco Villas Boas - Diretor geral da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Desa. Ângela Issa Haonat - Diretora Adjunta da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Des. Helvécio de Brito Maia Neto - Ouvidor Judiciário<lb/>Des. Adolfo Amaro Mendes -  Ouvidor Judiciário substituto<lb/>Des. João Rigo Guimarães<lb/>Des. Pedro Nelson Coutinho<lb/>Des. Eurípedes do Carmo Lamounier<lb/>Des. Ronaldo Eurípedes</p>
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                  <p>Ao ser desmembrado de Goiás, o Tocantins recebeu como herança um território de 286.966 km2, aproximadamente 1.100.000 habitantes, 80 municípios e 20 Comarcas. Apenas cinco juízes optaram por atuar na recém-criada Unidade da Federação. Eles se concentravam em um raio de aproximadamente 150 quilômetros de Miracema, a Capital provisória.<lb/><lb/>No dia da instalação do Estado (1º de janeiro de 1989) ampliou-se o número de comarcas, desenhando-se o seguinte quadro: foram criadas nove de Primeira Entrância, elevadas duas à Segunda e uma à Terceira, totalizando 29 Comarcas (17 de Primeira Entrância, 8 de Segunda Entrância e 4 de Terceira Entrância). Posteriormente, no mês de agosto de 1989, foram criadas mais três comarcas, totalizando 32, número que subiu para 42.<lb/><lb/><lb/>A Constituição Federal estabelecia, no seu art. 235, que o Tribunal de Justiça seria integrado por sete desembargadores, sendo cinco dentre magistrados, com mais de trinta e cinco anos de idade, em exercício no novo Estado ou em Goiás, e dois dentre promotores de Justiça e advogados.<lb/><lb/><lb/>Instalado no dia seis de janeiro de 1989, o Tribunal de Justiça, como era de se esperar em uma capital improvisada, não dispunha de imóvel próprio e adequado. Teve, então, que se instalar no Fórum de Miracema, que se mudou para os fundos de uma casa residencial.<lb/><lb/>Composto o Tribunal de Justiça, a Corte ficou assim distribuída:<lb/><lb/>Presidente, Desembargador Osmar José da Silva;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador José Liberato Costa Póvoa;<lb/><lb/><lb/>Corregedor-Geral de Justiça, Desembargador Antônio Félix Gonçalves;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Cível, Desembargador João Alves da Costa;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Criminal, Desembargador Amado Cilton Rosa;<lb/><lb/><lb/>Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador José Maria das Neves;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador Carlos Luiz de Souza.<lb/><lb/><lb/>Quando Palmas se tornou a Capital definitiva do Estado, em 1º de janeiro de 1990, a primeira sede do Tribunal de Justiça ocupou um barracão de compensado de madeira. Depois, ele passou a dividir um prédio, na Esplanada das Secretarias, com o Tribunal de Contas e o Ministério Público.<lb/><lb/>Em 1º de fevereiro de 1995, foi inaugurada e instalada a sede definitiva do Tribunal de Justiça, que recebeu o nome de Palácio Rio Tocantins, sob a presidência do desembargador José Maria das Neves, sendo Vice-Presidente o desembargador Antônio Félix Gonçalves, e Corregedor-Geral de Justiça, desembargador João Alves da Costa.<lb/><lb/>Hoje, a Corte é composta por 12 desembargadores, sendo nove da Magistratura, dois do Ministério Público e um da Advocacia.<lb/><lb/>Veja a composição atual do Tribunal de Justiça do Tocantins (biênio 2023-2025):<lb/><lb/>Desa. Etelvina Maria Sampaio - Presidente<lb/>Desa. Ângela M. Ribeiro Prudente - Vice-Presidente<lb/>Desa. Maysa Vendramini Rosal  - Corregedora-geral da Justiça<lb/>Desa. Jacqueline Adorno - Vice-Corregedora-geral da Justiça<lb/>Des. Marco Villas Boas - Diretor geral da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Desa. Ângela Issa Haonat - Diretora Adjunta da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Des. Helvécio de Brito Maia Neto - Ouvidor Judiciário<lb/>Des. Adolfo Amaro Mendes -  Ouvidor Judiciário substituto<lb/>Des. João Rigo Guimarães<lb/>Des. Pedro Nelson Coutinho<lb/>Des. Eurípedes do Carmo Lamounier<lb/>Des. Ronaldo Eurípedes</p>
                </note>
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              <odd type="publicationStatus">
                <p>Publicado</p>
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                <p>A proprietária do escravizado Euzébio, solicita o arbitramento do valor a ser pago pela alforria do escravo de sua propriedade</p>
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                    <addressline>Telefone: (63) 3218-4300 / 4401</addressline>
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                <note>
                  <p>Ao ser desmembrado de Goiás, o Tocantins recebeu como herança um território de 286.966 km2, aproximadamente 1.100.000 habitantes, 80 municípios e 20 Comarcas. Apenas cinco juízes optaram por atuar na recém-criada Unidade da Federação. Eles se concentravam em um raio de aproximadamente 150 quilômetros de Miracema, a Capital provisória.<lb/><lb/>No dia da instalação do Estado (1º de janeiro de 1989) ampliou-se o número de comarcas, desenhando-se o seguinte quadro: foram criadas nove de Primeira Entrância, elevadas duas à Segunda e uma à Terceira, totalizando 29 Comarcas (17 de Primeira Entrância, 8 de Segunda Entrância e 4 de Terceira Entrância). Posteriormente, no mês de agosto de 1989, foram criadas mais três comarcas, totalizando 32, número que subiu para 42.<lb/><lb/><lb/>A Constituição Federal estabelecia, no seu art. 235, que o Tribunal de Justiça seria integrado por sete desembargadores, sendo cinco dentre magistrados, com mais de trinta e cinco anos de idade, em exercício no novo Estado ou em Goiás, e dois dentre promotores de Justiça e advogados.<lb/><lb/><lb/>Instalado no dia seis de janeiro de 1989, o Tribunal de Justiça, como era de se esperar em uma capital improvisada, não dispunha de imóvel próprio e adequado. Teve, então, que se instalar no Fórum de Miracema, que se mudou para os fundos de uma casa residencial.<lb/><lb/>Composto o Tribunal de Justiça, a Corte ficou assim distribuída:<lb/><lb/>Presidente, Desembargador Osmar José da Silva;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador José Liberato Costa Póvoa;<lb/><lb/><lb/>Corregedor-Geral de Justiça, Desembargador Antônio Félix Gonçalves;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Cível, Desembargador João Alves da Costa;<lb/><lb/><lb/>Presidente da Câmara Criminal, Desembargador Amado Cilton Rosa;<lb/><lb/><lb/>Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador José Maria das Neves;<lb/><lb/><lb/>Vice-Presidente, Desembargador Carlos Luiz de Souza.<lb/><lb/><lb/>Quando Palmas se tornou a Capital definitiva do Estado, em 1º de janeiro de 1990, a primeira sede do Tribunal de Justiça ocupou um barracão de compensado de madeira. Depois, ele passou a dividir um prédio, na Esplanada das Secretarias, com o Tribunal de Contas e o Ministério Público.<lb/><lb/>Em 1º de fevereiro de 1995, foi inaugurada e instalada a sede definitiva do Tribunal de Justiça, que recebeu o nome de Palácio Rio Tocantins, sob a presidência do desembargador José Maria das Neves, sendo Vice-Presidente o desembargador Antônio Félix Gonçalves, e Corregedor-Geral de Justiça, desembargador João Alves da Costa.<lb/><lb/>Hoje, a Corte é composta por 12 desembargadores, sendo nove da Magistratura, dois do Ministério Público e um da Advocacia.<lb/><lb/>Veja a composição atual do Tribunal de Justiça do Tocantins (biênio 2023-2025):<lb/><lb/>Desa. Etelvina Maria Sampaio - Presidente<lb/>Desa. Ângela M. Ribeiro Prudente - Vice-Presidente<lb/>Desa. Maysa Vendramini Rosal  - Corregedora-geral da Justiça<lb/>Desa. Jacqueline Adorno - Vice-Corregedora-geral da Justiça<lb/>Des. Marco Villas Boas - Diretor geral da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Desa. Ângela Issa Haonat - Diretora Adjunta da Escola Superior da Magistratura (Esmat)<lb/>Des. Helvécio de Brito Maia Neto - Ouvidor Judiciário<lb/>Des. Adolfo Amaro Mendes -  Ouvidor Judiciário substituto<lb/>Des. João Rigo Guimarães<lb/>Des. Pedro Nelson Coutinho<lb/>Des. Eurípedes do Carmo Lamounier<lb/>Des. Ronaldo Eurípedes</p>
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                <p>Publicado</p>
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                <p>Em março de 1858, a escravizada Paula adquiriu (pagou) por sua liberdade, na cidade de São João da Palma.</p>
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                <p>Tendo sido designada para ser liberta pelo fundo de emancipação a escrava Maximiana requer sua liberdade, o encarregado da Coletoria contesta o valor arbitrado pelo proprietário e solicita arbitradores para estipular novo valor. O valor arbitrado foi aceito pelo requerido que alegou ficar no prejuízo, mas como abolicionista não poderia recusar. Em seguida o juiz proferiu a sentença e solicitou ao escrivão a confecção da carta de liberdade da escrava.</p>
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